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Codó, Maranhão, Brazil
Meu nome é Hennilson e moro em Codó, MA.

sábado, 25 de junho de 2011

Adoração: Lição da Escola Sabatina 01

 Peguei esta lição no site da CPB:

Lição 42010

                      Lição 1
25 de junho a 2 de julho

Adoração em Gênesis: duas classes de adoradores



Sábado à tarde                             (Ano Bíblico: Sl 62–67)


VERSO PARA MEMORIZAR: “Na verdade, o Senhor está neste lugar, e eu não o sabia. E, temendo, disse: Quão temível é este lugar! É a casa de Deus, a porta dos Céus” (Gn 28: 16, 17).

Leituras da semana: Gn 3:1-13; 4:1-4; 6:1-8; 12:1-8; 22:1-18; 28:10-22; Tt 1:2.
 Dizem que, como seres humanos, precisamos adorar alguma coisa. O que adoramos é outra questão, embora tenha consequências extremamente importantes, especialmente nos últimos dias, quando dois grupos de adoradores se manifestam: os que adoram o Criador e os que adoram a besta e sua imagem.

No entanto, as sementes desse contraste podem ser vistas logo no começo da Bíblia. Na história de Caim e Abel, dois tipos de adoradores aparecem, um adorando o verdadeiro Deus como Ele deve ser adorado, e outro se envolvendo em um falso tipo de adoração. Uma forma de adoração é aceitável, a outra, não, e isso porque uma delas é fundamentada na salvação pela fé e a outra, como são todas as falsas formas de adoração, é baseada nas obras. Esse é um tema que aparece muitas vezes na Bíblia. Um tipo de adoração é focado exclusivamente em Deus, em Seu poder, glória e graça; o outro se volta para a humanidade e para o eu.



Domingo                                       (Ano Bíblico: Sl 68–71)

Adoração no Éden
 Ocapítulo 1 de Gênesis registra a história de Adão e Eva em seu novo lar. O Criador do Universo havia acabado de planejar e formar um belo planeta novo, coroando Sua obra com a criação da primeira família. O mundo saiu perfeito de Suas mãos; em sua própria maneira, a Terra deve ter sido uma extensão do Céu.
Em Gênesis 2:1-3 outro elemento é acrescentado: a separação e santificação do sétimo dia, ato ligado diretamente à Sua obra de criação dos céus e da Terra, ato que constitui a base do quarto mandamento, que reserva um dia para adorar de modo especial. Embora as Escrituras não digam, é possível imaginar o tipo de adoração que esses seres imaculados, na perfeição da criação, dedicavam ao Criador, que havia feito tanto por eles (mal sabiam eles, naquele momento, o quanto Ele acabaria fazendo realmente em seu favor!).
 1. Leia Gênesis 3:1-13. Que mudanças ocorreram no relacionamento de Adão com o Criador? (v. 8-10). Como Adão respondeu às perguntas de Deus? (v. 11-13). O que isso revela sobre o que lhe havia ocorrido?
Depois da queda, apareceu uma série de elementos que certamente não existiam antes. Da mesma forma, em um momento de desobediência, foi alterado todo o tecido moral desses seres. Em lugar do amor, confiança e adoração, o coração deles se encheu de medo, culpa e vergonha. Em vez de desejar a santa presença de Deus, eles se esconderam. O pecado quebrou seu relacionamento com Deus, que certamente afetava a maneira pela qual eles O adoravam. A estreita e íntima comunhão com Deus da qual haviam desfrutado (Gn 3:8), agora teria outra forma. Na verdade, quando Deus Se aproximou, eles se “esconderam” de Sua presença. Sentiam tanta vergonha, culpa e medo, que fugiram daquele que os havia criado.
Que imagem forte do que o pecado produziu e ainda produz em nós!
 Pense em momentos de sua vida em que alguma experiência, talvez algum pecado, tenha feito você sentir culpa, vergonha e desejo de se esconder de Deus. Como isso afetou seus hábitos de oração? Isso afetou sua capacidade de adorá-Lo de todo o coração? Não é um sentimento agradável, não é mesmo?



Segunda                                        (Ano Bíblico: Sl 72–77)

Adoração fora do Éden
 Após sua expulsão, Adão e Eva passaram a viver fora do paraíso do Éden. Embora a primeira promessa evangélica fosse dada a eles ainda no Éden (Gn 3:15), a Bíblia só mostra sacrifícios sendo oferecidos no ambiente fora do Éden (não obstante se possa inferir de Gênesis 3:21 algo dessa natureza, o texto em si não diz nada sobre sacrifício ou adoração). Em Gênesis 4, porém, com a história de Caim e Abel, pela primeira vez um sistema de sacrifícios foi explicitamente revelado.
2. Leia atentamente a primeira história registrada de um culto de adoração (Gn 4:1-7). Por que a oferta de Caim não foi aceitável a Deus e a de Abel foi?
Caim e Abel representam duas classes de adoradores que têm existido desde a queda. Ambos construíram altares. Ambos foram adorar a Deus com ofertas. Mas uma oferta foi agradável a Deus e a outra, não.
O que fez a diferença? A resposta tem que ser entendida no contexto da salvação pela fé somente, o evangelho, que foi apresentado primeiramente a Adão e Eva no Éden, embora o plano da salvação tenha sido elaborado antes da fundação do mundo (Ef 1:4; Tt 1:2).
A oferta de Caim representava a tentativa de obter salvação pelas obras, a base de toda religião e adoração falsas. O fato é que o abismo entre o Céu e a Terra é tão grande, tão profundo, que os seres humanos nunca poderiam atravessá-lo. A essência do legalismo, da salvação pelas obras, é a tentativa humana de fazer exatamente isso.
Em contrapartida, por sua oferta de um animal, Abel revelou (embora de forma débil) a grande verdade de que só a morte de Cristo, alguém igual a Deus (Fp 2:6), poderia justificar o pecador diante de Deus.
Recebemos assim uma lição poderosa: toda adoração verdadeira deve estar centralizada na compreensão de que somos impotentes para salvar a nós mesmos, e de que todas as tentativas de obter salvação pelas obras são manifestações da ação de Caim. A verdadeira adoração deve estar fundamentada na constatação de que somente através da graça de Deus podemos ter esperança de vida eterna.
 Examine seus próprios pensamentos, motivos e sentimentos a respeito da adoração. Sua devoção está centralizada em Cristo, ou você se concentra demais em si mesmo?



 Terça                                             (Ano Bíblico: Sl 78–80)

Duas classes de adoradores
 Em Gênesis 4, começamos a perceber os sinais da degradação moral que estava acontecendo após a queda. Lameque se tornou polígamo e depois se envolveu em algum tipo de violência que trouxe medo ao seu coração. Em contrapartida, Gênesis 4:25, 26 mostra que algumas pessoas estavam procurando ser fiéis, pois naquela época os homens começaram “a invocar o nome do Senhor”.
 3. Leia Gênesis 6:1-8. O que se desenvolveu ali e por que isso foi tão perigoso? Quais foram os resultados dessa situação?
Aos poucos, as duas classes de adoradores começaram a se fundir (Gn 6:1-4). Porém, apesar da grande maldade na Terra, havia homens santos de grande intelecto, que mantinham vivo o conhecimento de Deus. Embora somente alguns deles sejam mencionados nas Escrituras, “durante todos os séculos Deus teve fiéis testemunhas, adoradores dotados de coração sincero” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 84). A maldade do coração humano, entretanto, se tornou tão grande que o Senhor teve que destruir a humanidade e começar tudo de novo. Por isso ocorreu o dilúvio.
4. Depois que Noé saiu da arca, qual foi a primeira coisa que ele fez? Por que isso é importante? Gn 8:20

Como é maravilhoso o fato de que a primeira coisa que Noé fez foi adorar! E o sacrifício foi fundamental nessa adoração. Esse foi o primeiro registro dos patriarcas edificando um local de culto, um altar no qual pudessem oferecer seus sacrifícios. Assim, antes de fazer qualquer coisa, Noé reconheceu sua total dependência do Senhor e do Messias vindouro, que daria Sua vida para redimir a humanidade. Noé sabia que havia sido salvo apenas pela graça de Deus, sem a qual ele teria perecido com o restante do mundo.
 Como você mostra, diariamente, reconhecimento pela graça de Deus em sua vida? E ainda mais importante, como você deve expressar essa atitude?



 Quarta                                          (Ano Bíblico: Sl 81–85)

A fé demonstrada por Abraão
 5. Leia Gênesis 12:1-8. O que esses versos revelam sobre Abrão (que teve o nome mudado para Abraão) e o chamado de Deus para ele?
Abraão, um descendente de Sete, foi fiel a Deus, embora alguns de seus parentes tivessem começado a se entregar à adoração de ídolos, que era tão comum em sua cultura. Mas Deus o chamou para que ele se separasse de seus familiares e de seu ambiente confortável, para se tornar o pai de uma nação de adoradores, que defenderiam e representariam o verdadeiro Deus.
Não há dúvida de que ele e Sara influenciaram muitos a aceitar a adoração ao verdadeiro Deus. Mas havia também outra razão pela qual Deus chamou Abraão para que fosse o pai de uma nova nação: “Porque Abraão Me obedeceu e guardou Meus preceitos, Meus mandamentos, Meus decretos e Minhas leis” (Gn 26:5, NVI). E outra razão: “Ele creu no Senhor, e isso lhe foi imputado para justiça”
(Gn 15:6). Ao mesmo tempo, porém, Abraão teve que aprender algumas lições cruciais e dolorosas.
 6. Leia Gênesis 22:1-18. Por que Abraão foi submetido a essa terrível prova? Na verdade, que mensagem Deus queria que ele entendesse (v. 8, 13, 14)?
Como vimos, o centro do plano da salvação é a morte de Jesus, o Filho de Deus, e desde o início essa morte foi simbolizada pelo sistema de adoração por meio de sacrifícios. Enquanto o Senhor queria que as pessoas utilizassem apenas animais, nas culturas pagãs, as pessoas sacrificavam os próprios filhos, algo que Deus disse que odiava (Dt 12:31). Quaisquer que tenham sido as poderosas lições pessoais sobre fé e confiança, aprendidas por Abraão, por meio dessa provação, esse ato permanece através dos séculos como um símbolo incrivelmente poderoso da centralidade da morte de Cristo para a salvação. Embora a humanidade pudesse ser salva apenas através da morte de Cristo, poderíamos imaginar que Abraão tivesse sentido um pouquinho da dor que a morte de Cristo deve ter causado ao Pai.
 Pense sobre o tipo de fé que Abraão demonstrou. Foi verdadeiramente maravilhoso. É difícil imaginar! O que isso deve nos ensinar sobre a fraqueza da nossa fé?



Quinta                                            (Ano Bíblico: Sl 86-89)

Betel, a Casa de Deus
 Jacó e Esaú, e também Caim e Abel, representam duas classes de adoradores. O espírito aventureiro e corajoso de Esaú apelou a seu tranquilo e reservado pai. Jacó, por outro lado, parecia ter uma natureza mais espiritual. Mas ele também tinha algumas graves falhas de caráter. Jacó queria obter o direito de primogenitura, que legalmente pertencia a seu irmão gêmeo. Mas, para obtê-lo, ele se dispôs a se envolver no esquema enganoso de sua mãe. Como resultado, Jacó ficou com medo e fugiu para escapar do ódio e da ira de seu irmão. Nunca mais ele viu sua querida mãe.
 7. Leia a história da fuga de Jacó (Gn 28:10-22). Observe as mensagens de encorajamento e segurança que Deus lhe deu por meio de um sonho. Qual foi a resposta de Jacó?
Esta é a primeira menção da “Casa de Deus” em Gênesis (v. 17). Embora para Jacó fosse apenas uma coluna de pedra, Betel se tornou um lugar significativo na história sagrada. Ali Jacó adorou o Deus de seus pais. Ali ele fez uma promessa de fidelidade ao Senhor. E, como Abraão, prometeu devolver a Deus o dízimo, um décimo de suas bênçãos materiais, como ato de adoração.
Perceba o senso de temor e admiração de Jacó na presença de Deus. Ele deve ter compreendido mais do que nunca a grandeza de Deus em contraste com ele e, assim, a Bíblia registra sua atitude de medo, reverência e espanto. O que ele fez em seguida foi adorar. Naquele momento, também, vemos um princípio sobre o tipo de atitude que devemos ter na adoração: uma atitude revelada em Apocalipse 14:7, no chamado para temer a Deus.
Adoração não é nos aproximarmos de Deus como faríamos a um amigo ou colega. Nossa atitude deve ser a de um pecador que precisa desesperadamente de graça, caindo diante do Criador, com senso de necessidade, temor e gratidão, pelo fato de que Deus, o Criador do Universo, nos amou e fez um grande sacrifício para nos redimir.
 Quanta admiração, reverência e temor, você tem quando adora ao Senhor? Ou seu coração é duro, frio e ingrato? Nesse caso, como você pode mudar?



Sexta                                              (Ano Bíblico: Sl 90-99)

Estudo adicional
 Leia de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 44-51: “A Criação”; p. 52-62: “A Tentação e a Queda”; p. 71-74: “Caim e Abel Provados”; p. 105-107: “Depois do Dilúvio”; p. 145-155”: A Prova da Fé”; p. 195-203: “A Noite de Luta”.
 O voto [de Jacó em Betel] era o transbordar de um coração cheio de gratidão pela certeza do amor e misericórdia de Deus. Jacó entendia que Deus tinha direitos sobre ele, os quais ele devia reconhecer, e que os sinais especiais do favor divino a ele concedidos exigiam retribuição. Assim, toda bênção que nos é concedida reclama uma resposta ao autor de todas as nossas vantagens. O cristão deve muitas vezes rever sua vida passada, e relembrar com gratidão os preciosos livramentos que Deus operou em favor dele… Deve reconhecê-los todos como provas do cuidado vigilante dos anjos celestiais. Em vista dessas bênçãos inumeráveis, deve muitas vezes perguntar, com coração submisso e grato: “Que darei ao Senhor, por todos os Seus benefícios para comigo?” (Sl 116:12; Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 187).
 Perguntas para consideração
1. Como a justiça pela fé no que Cristo fez por nós pode estar no centro de toda a nossa adoração? Considere as questões: 1) Por que O adoramos? 2) O que Ele fez que O torna digno de adoração? 3) Para qual propósito serve nossa adoração a Deus?
2. Como os cultos de adoração podem se tornar um instrumento mais eficaz para dizer ao mundo quem é Deus realmente e como Ele é? Que elementos do culto podem ser especialmente úteis em nosso testemunho?
3. Examine a história de Abraão entregando o dízimo a Melquisedeque (Gn 14:20). De que forma a entrega do dízimo é um ato de adoração? O que estamos dizendo a Deus quando Lhe devolvemos o dízimo?
4. Pense mais na ideia de reverência e temor na adoração. Por que esses são elementos importantes? O que há de errado com a atitude que parece colocar Deus em nosso próprio nível, em que nos relacionamos com Ele no culto com a mesma atitude que temos para com um bom amigo e nada mais?
 Respostas Sugestivas:
1: Escondeu-se, ficou com medo e vergonha. Colocou a culpa em Eva. O pecado quebrou o rlacionamento com Deus.
2: Caim escolheu sua própria oferta. Abel ofereceu um animal do seu rebanho, conforme a vontade de Deus.
3: Corrupção do gênero humano; crescente maldade no coração. Os resultados foram o dilúvio e a destruição.
4: Levantou um altar e ofereceu sacrifício ao Senhor. Simbolizava a consagração completa do adorador a Deus.
5: Um homem de fé, fiel ao chamado de Deus. Os altares que ele construía eram uma prova de sua ligação a Deus.
6: Para provar sua fé e confiança. A confirmação da promessa divina do Cordeiro que viria para salvar a humanidade.
7: Respondeu com obediência, reconhecendo o cuidado divino. Erigiu uma coluna e fez uma aliança com Deus, prometendo fidelidade nos dízimos.

Rebeca "atirando o pau no gato"

Eu amo a minha filha...





25 de junho Sábado


Por que Incomodar Jesus?


Enquanto Jesus ainda estava falando, chegaram algumas pessoas da casa de Jairo, o dirigente da sinagoga. “Sua filha morreu”, disseram eles. “Não precisa mais incomodar o Mestre!” Marcos 5:35

Ele foi a Jesus enquanto a filha ainda estava doente. Tomou todas as providências ao seu alcance. Implorou a Jesus que fosse vê-la. Mas a chama da esperança que ainda brilhava em seu coração se desvaneceu quando um grupo foi ao seu encontro. “Lamentamos muito, mas sua filha morreu. Não adianta mais. Não tem mais jeito. Não há mais solução. O caso está encerrado. ‘Não precisa mais incomodar o Mestre!’” Quando oramos e oramos e não vemos a resposta, o inimigo diz: Por que orar?

O relato menciona que Jesus Se recusou a ouvir as palavras daquelas pessoas, e disse para Jairo: “Não desista. Não perca a esperança. Não tema. Tão somente creia.” Você gostaria que Jesus lhe tivesse pedido um pouco mais de fé, ou alguma coisa mais tangível, concreta?

Já esteve diante de um problema para o qual você simplesmente teve que aceitar o que tinha acontecido? Quando apagou a luz, fechou a cortina, cancelou a viagem e desfez as malas?

Amigo, quando as dificuldades são numerosas, quando os problemas parecem se acumular um após o outro, quando a situação é desesperadora e precisamos decidir o que fazer primeiro e o que é mais urgente, muitas vezes perguntamos: “Quem pode ir comigo? Quem pode me ajudar?”

Quando você estiver sendo confrontado pelo pior, quando estiver a ponto de desistir, insista e persista na companhia de Jesus. Fique um pouquinho mais com Ele. Não deixe de crer. Não se deixe controlar pelo medo, que é um dos grandes inimigos da fé.

A fé cristã ignora murmúrios, falatórios e milagres fáceis. A fé nos leva a Jesus e nos faz confiar e descansar nEle – e acredita que Deus sabe o que é melhor.

Jesus acompanhou Jairo até a casa dele. Então, entraram na sala onde estava o corpo da menina. Jesus Se aproximou, tomou a mão da menina e disse, em aramaico: “Menina, levante-se!” (v. 41). A recuperação foi instantânea, imediata. “Um tremor perpassou-lhe instantaneamente pelo corpo inanimado. Volveram as pulsações da vida. Os lábios descerraram-se num sorriso. Os olhos abriram-se como se despertasse do sono, e a menina olhou admirada ao grupo que a rodeava. Ergueu-se e os pais estreitaram-na, chorando de alegria” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 343).

Estudo 2 - O pecado na terra...

Vamos colocar de vez em quando algum estudo bíblico por aqui. As lições serão dos cursos "Verdade e vida" e "Ouvindo a voz de Deus."

Quando olhamos para o sofrimento e as injustiças que estão ao nosso redor, perguntamos: Por que tudo isto? Por que tanta violência, tantas doenças, tanta fome?

Quem é o culpado de todo o sofrimento? Por que temos que enfrentar a morte e a dor da separação dos nossos queridos? O mal surgiu no coração de Lúcifer que era um anjo de luz, ele foi expulso do céu e tornou-se Satanás. Ele veio a este mundo recém criado e levou ao pecado Adão e Eva, os primeiros habitantes deste planeta. Com o pecado veio a miséria eo sofrimento e finalmente a morte.

A Bíblia nos revela como tudo aconteceu.

1) Que duas atividades Deus deu a Adão quando o colocou no Jardim do Éden? (Gn 2:15)

2) Quem veio a este mundo para interromper a felicidade do homem? (Lc 10:18)

3) O que levou o Anjo Lúcifer, transformado em Satanás, a ser expulso do Céu? (Ez 28:17)

4) Para onde Lúcifer foi atirado quando foi expulso do Céu? (Ap 12:7 - 9)

5) Pelo pecado, isto é, pela obediência a Satanás e desobediência a Deus, qual foi a sorte do homem? (Gn 3:23)

6) Além de expulso do Paraíso, que outra consequencia trágica trouxe o pecado à todo o ser humano? (Rm 5:12)

7) Tem Deus prazer no pecado e na morte do pecador? (Ez 33:11)

8) Tendo o homem perdido, pelo pecado do Paraíso, a felicidade e a vida eterna, para que fim veio Cristo ao mundo? (Lc 19:10)



Vida no campo...



... e eu nunca esperei que isso pudesse acontecer, ou talvez só esteja contente por saber uma coisa que só agora cientistas conseguiram comprovar. Apesar de ser completamente desajeitado no campo (na cidade eu sou só um pouquinho), Vida no campo é melhor que na cidade! Acompanhe o artigo na íntegra - bem como os seus erros - na Revista Época e depois temos alguns textos de Ellen White:

Uma nova pesquisa traz um dado preocupante para os habitantes dos grandes centros urbanos: viver e, até pior, criar-se em uma grande cidade pode afetar negativamente a saúde mental da pessoa. Pesquisadores do Instituto de Saúde Mental da Universidade de Heidelberg publicaram nesta sexta-feira (24) um estudo mostrando como as diferentes estruturas cerebrais respondem a diferentes estímular de estresse social dependendo do ambiente em que a pessoa mora.

A pesquisa apontou, por exemplo, que um morador de uma metrópole como Nova York ou São Paulo ativa com mais frequência sensores na amídala, que controla, entre outras, emoções como a ansiedade e o medo. O pesquisador Andreas Meyer-Lindenberg e sua equipe usaram sistemas de mapeamento e fotografia cerebral para demonstrar como ocorrem essas ativações nervosas.

A amídala, por exemplo, é comumente acionada em situações de estress ou quando a pessoa está ou se sente ameaçada. Moradores de centros urbanos, porém, têm a região do cérebro que aciona a amídala mais sensível e, por isso, desenvolvem respostas a situações do tipo mesmo quando não existem - ao contrário, por exemplo, de quem more no campo ou em cidades menores.

O estudo também mostra que os moradores das grandes cidades têm duas vezes mais chances de desenvolver esquizofrenia - e pior: quanto maior a cidade, maior o risco. As chances pioram se a pessoa nasceu e se criou em um grande centro urbano. Os pesquisadores descobriram que mesmo depois de se mudarem para o campo, essas pessoas apresentaram atividade anormal em outra região do cérebro: o córtex cingular.

“Viver na cidade grande durante os primeiros anos de vida significa que a pessoa ficará mais alerta a situações de estress desencadeadas pelo córtex cingular para o resto da vida”, afirma Jens Pruessner, diretor de um centro de envelhecimento e Alzheimer do Instituto de Saúde Mental de Heidelberg.

“Os resultados identificam mecanismos neurológicos distintos para um fator de risco ligao ao ambiente, e liga o ambiente urbano pela primeira vez ao processamento de estress social. Isso sugere que há diferenças na vulnerabilidade das regiões cerebrais”, afirma Meyer-Lindenberg.

Os estudos foram feitos com estudantes da universidade, e os pesquisadores querem, agora, ampliá-lo para a população geral para entender melhor como o processo funciona.
Agora os textos (pode procurar outros. Tem muito mais):
 " ...natureza é o médico divino. O ar puro, a alegre luz solar, as belas flores e árvores, os belos pomares e vinhas e o exercício ao ar livre em meio desse ambiente, são transmissores de saúde - o elixir da vida. A vida ao ar livre é o único remédio de que muitos doentes necessitam. Sua influência é poderosa na cura das doenças causadas pela vida social, vida que debilita e destrói as energias físicas, mentais e espirituais." Conselhos sobre saúde, p. 170

"Sempre que possível, é dever dos pais estabelecer lares no campo para os filhos." Vida no Campo, pág. 12.

Seguindo...

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